Eles não gostam de serem chamados de fanáticos, mas também não
escondem o amor a seus times de coração. Conheça alguns destes torcedores
anônimos da Copa Americana e outros espalhados pelo Brasil.
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Envie uma foto mostrando toda a paixão por seu time de coração junto com respostas às perguntas que os torcedores abaixo responderam. Você poderá ter sua foto e entrevista publicados neste espaço reservado aos anônimos (agora nem tanto assim) torcedores do Brasil. O endereço é falecom@copaamericana.com.br.

Henrique Silveira
presidente da UEFE
Americana . SP

Assim que começou a gostar de futebol na sua infância, Henrique foi levado aos jogos do Rio Branco por um tio. Gostou do que viu o acabou adotando o Tigre como seu time de coração.

Melhor jogador:
Anaílson, meia que jogou em 2002.
Pior jogador:
Rocha, meia da década de 90.
A seleção ou o Rio Branco campeão?
Rio Branco, sempre.
Conquista marcante:
Acesso ao grupo de elite em 1993.
Três principais rivais:
Ponte Preta, Guarani e Barbarense.
Jogo inesquecível:
A goleada de 5x2 no Palmeiras de Felipão pelo Paulistão de 2000.
Jogo para esquecer:
A derrota de 2x1 para a Ponte pelo Paulistão de 2001.
Uma camisa:
Flamengo.
Um segundo time:
Tinha o São Paulo antes do Rio Branco começar a jogar o Paulistão. Desde então sou só Tigre.

Entrevista em 2007
Márcio Leite
atleta da Copa Americana
Americana . SP

Quando pequeno morava ao lado do Guarani. O pai o levava para o clube e aos jogos. Com um início assim, Márcio só podia mesmo ter se tornado torcedor bugrino apaixonado.

Melhor jogador:
Amoroso, meia da década de 90.
Pior jogador:
Vários, a fase não anda boa.
A seleção ou o Guarani campeão?
O Guarani, sem dúvida.
Conquista marcante:
Os 16 anos de invencibilidade contra a Ponte Preta.
Três principais rivais.
Ponte Preta, Ponte Preta e Corinthians.
Jogo inesquecível:
A vitória de 2x1 sobre o Corinthians pelo Campeonato Brasileiro de 2000.
Jogo para esquecer:
A derrota nos pênaltis por 4x3 para o São Paulo na final do brasileiro de 1986. (3x3 no tempo normal).
Uma camisa:
A do Internacional de Porto Alegre.
Um segundo time:
Não.

Entrevista em 2006
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